Explicar as coisas que eu sinto, é quase como explicar as cores para um cego.
Não abandone quem nunca abandonaria você.
Tenho ciúmes sim. Não é que eu não confie em você, é que o que eu mais tenho medo é de te perder.
Não briguei mais por você, porque ter você seria muito menos do que ter você. Não te liguei mais, porque ouvir sua voz nunca mais será como ouvir a sua voz. Não te escrevo porque nada mais tem o tamanho do que eu quero dizer. Nenhum sentimento chega perto do sentimento. Nenhum ódio ou saudade ou desespero é do tamanho do que eu sinto e que não tem nome. Não sei o nome porque isso que eu sinto agora chegou antes de eu saber o que é. Acabou antes do verbo. Ficou tudo no passado antes de ser qualquer coisa.